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Controlar a ansiedade: a jornada da Clara rumo à esperança

Clara, aos 35 anos, encontrava-se num momento de transição intensa. Divorciada há pouco mais de um ano e mãe dedicada de um menino de 8 anos, a vida parecia estar em constante mudança. Desde o divórcio, ela notou que as preocupações diárias, que antes pareciam gerenciáveis, começaram a tornar-se esmagadoras. A ansiedade não era uma novidade para a Clara, mas a intensidade dos seus sentimentos agora parecia diferente; era como uma maré que nunca recuava, afetando tudo, desde o seu sono até à sua capacidade de se concentrar no trabalho.

 

Tudo começou subtilmente. A Clara achava difícil desligar-se das preocupações sobre as finanças, da educação do filho e do futuro. A ansiedade cresceu silenciosamente, até que as noites sem dormir e a constante sensação de apreensão se tornaram a sua nova normalidade. A qualidade da sua vida começou a deteriorar-se; sentia-se cansada o tempo todo, lutava para manter-se focada no trabalho e começou a isolar-se, evitando interações sociais por medo de não conseguir controlar a sua ansiedade.

 

O ponto de inflexão veio, quando a Clara percebeu que o seu filho começou a notar a sua ansiedade. Ele perguntava-lhe, preocupado, se ela se sentia bem, depois de a encontrar várias vezes acordada a meio da noite. Foi então que a Clara soube que precisava de ajuda; ela queria ser forte pelo seu filho, queria mostrar-lhe que era possível superar os desafios emocionais.

 

Procurando apoio, a Clara encontrou a PSIC – Psicologia Integrada, especializada em transtornos de ansiedade. Durante a sua primeira consulta, foi um alívio falar abertamente sobre os seus sentimentos e preocupações com uma profissional que entendia o que ela estava a sentir. Foi diagnosticada com Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG). Reconhecer o problema foi assustador, mas também um alívio; havia um nome para o que ela sentia, e, mais importante, havia esperança de superá-lo.

 

O tratamento começou com terapia cognitivo-comportamental (TCC), ajudando a Clara a entender como os seus pensamentos influenciavam as suas emoções e comportamentos. Ela aprendeu estratégias para desafiar e mudar padrões de pensamento negativos, além de técnicas de relaxamento e mindfulness para ajudar a gerenciar a ansiedade no momento.

 

Uma das maiores revelações para a Clara foi a importância do autocuidado. Começou a integrar atividades que promoviam bem-estar na sua rotina diária, como caminhadas ao ar livre, leitura e yoga. Essas pequenas mudanças, juntamente com o apoio contínuo da terapia, começaram a fazer uma grande diferença.

 

Com o tempo, a Clara aprendeu a reconhecer os sinais da sua ansiedade e a intervir antes que ela se torne avassaladora. Encontrou forças na vulnerabilidade, percebendo que pedir ajuda foi um dos atos mais corajosos que poderia fazer, não apenas por ela, mas também pelo seu filho. A jornada não foi fácil, mas a Clara agora sente que tem controlo sobre a sua vida novamente.

 

Hoje, a Clara fala abertamente sobre a sua luta contra a ansiedade, na esperança de encorajar outras pessoas a procurar ajuda. A Clara tornou-se um farol de esperança e resiliência, demonstrando que, mesmo nas profundezas da ansiedade, é possível encontrar um caminho de volta à luz. Saiba como, aqui.

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