Qual a diferença entre amor e paixão?

Borboletas na barriga, palpitações, mãos suadas, pensamentos constantes, euforia e ausência de fadiga são algumas das sensações relatadas por pessoas quando estão apaixonadas. Mas, o que é a paixão? E o que é o amor?

Para entender a diferença entre paixão e amor é necessário olhar para o organismo e falar de química.

De um modo geral, o amor divide-se em três momentos:

  • No primeiro, há o desejo, despertado pelas hormonas sexuais.
  • No segundo, dá-se a paixão, surgindo sintomas como dificuldades em dormir e pensamentos constantes acerca da “pessoa amada”, que são favorecidos pela presença de neurotransmissores como a serotonina, a dopamina e a noradrenalina.
  • No terceiro, dá-se o amor propriamente dito. Cria-se um sentimento de ligação e conexão entre parceiros, despertado pela presença de oxitocina, a hormona do amor.

As substâncias mencionadas têm um papel definido:

  • A dopamina produz a sensação de energia e foco
  • A noradrenalina é responsável pelo desejo sexual
  • A oxitocina é responsável pelos laços afetivos intensos – o amor.

Se já esteve apaixonado, de certo reconhecerá o comportamento relacionado com a dopamina, a hiperatividade. Existe uma incrível motivação e ausência de fadiga e fará de tudo para estar com a “pessoa amada”.

A paixão pode ser duradoura?

Essa incontestável admiração pelo objeto de desejo é temporária. Com o passar do tempo, volta a pensar com clareza e o seu parceiro surge sob outra luz. Após meses de admiração recíproca, alimentada pelas hormonas, a relação passa por consideráveis alterações, mas os laços intensos podem prevalecer, com o contributo da oxitocina.

Com o tempo e ao encontrar o parceiro certo, o sentimento inicial evolui e amadurece. Passará a contemplar outras formas elevadas de beleza e da paixão nasce o amor.

E o amor pode perdurar?

A relação amorosa vive da aceitação e cumplicidade entre as duas pessoas, do porto seguro encontrado no parceiro, no abraço afetuoso que os une e dos sonhos e projetos em comum. É normal que as relações amorosas sejam pouco lineares e que por isso passem por altos e baixos. Tão importante como superar os momentos difíceis de uma relação é preveni-los, investindo tempo na qualidade da relação.

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