5 dicas rápidas para lidar com a autocrítica

No nosso último artigo Teste: ser autocrítico é um defeito? falámos sobre em que situações é que a autocrítica pode ser negativa.

Ser excessivamente crítico com os outros pode ser complicado, mas ser demasiado crítico consigo mesmo pode ser ainda pior. Um dos problemas de se autocriticar em demasia é cair em depressão. Quando dá mais valor ao que está errado do que o que faz corretamente, gera uma carga emocional e de cobrança muito grande e difícil de suportar. É por isso que lhe apresentamos 5 dicas que podem ajudar a lidar melhor com a sua autocrítica:

  1. Sempre que se criticar, faça também um elogio. Aprender a reconhecer as suas qualidades é essencial para promover uma vida saudável.
  2. Evite comparações. Cada pessoa tem as suas habilidades, bem como pontos que necessitam ser desenvolvidos.
  3. Desfoque-se do negativo. Focar nos pontos negativos apenas faz com que se tornem maiores. Avalie e reflita se vale a pena criticar-se por problemas pequenos.
  4. Seja tolerante com seus erros. É a errar que aprendemos e evoluímos. Todos têm falhas e elas fazem parte da jornada da vida
  5. Treine sempre a sua autoadmiração ao lembrar-se de situações que o deixem orgulhoso de si mesmo.

Estas dicas podem ajudar a amenizar a sensação de cobrança e autojulgamento desnecessárias, contudo, caso permaneçam e perturbem as suas emoções, é recomendado procurar a ajuda profissional que trabalhe a fundo as questões que o levam a pensar dessa forma.

Na Clínica PSIC podemos ajudar através da aprendizagem de estratégias que o levem a reencontrar o bem-estar e a tranquilidade. Atuamos na redução dos níveis de tensão interna e fornecemos ferramentas para a reeducação de um estilo de vida saudável. Saiba mais através da nossa consulta informativa gratuita. As nossas consultas podem ser realizadas online ou presencialmente.

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Teste: ser autocrítico é um defeito?

É o tipo de pessoa que, quando faz algo menos bem, fica a remoer o acontecimento por horas a fio?

Este tipo de comportamento é característico de pessoas com sentido de autocrítica, algo importante para o crescimento pessoal e profissional e que permite conhecer os pontos onde pode melhorar.

Porém, quando feita de forma exagerada, a autocrítica pode ser negativa e provocar problemas como o hiper esforço e perfeccionismo excessivo.

Nem sempre é fácil reconhecer quando a autocrítica é exagerada e negativa, principalmente porque tende a ser vista como uma característica positiva. Para perceber se a sua autocrítica é negativa, faça o teste e responda a estas 4 questões:

  1. Sente que nada é bom o suficiente? Tende a sentir que o que faz nunca é suficiente, e encontra com mais facilidade os seus erros do que as coisas que faz bem?
  2. Sente culpa por cada situação negativa?Sente-se responsável quando algo de mal acontece e assume rapidamente a culpa, ignorando outros fatores externos que podem estar relacionados com o que aconteceu?
  3. Evita correr riscos?  receia arriscar e foge daquilo que é diferente pois sente que pode resultar em fracasso? Acredita que o melhor e mais seguro é evitar riscos e colocar “e se…” em todas as suas opções?
  4. Fica frequentemente na defensiva? Tende a sentir-se aborrecido quando as pessoas lhe fazem uma crítica justificada ou construtiva? Reage de forma exagerada aos comentários dos outros e toma-os como algo pessoal?

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A maioria das pessoas apresenta várias expressões de autocrítica que apesar de útil pode também prejudicar a sua vida. Quando negativa, a autocrítica pode estar enraizada em problemas emocionais, traumas e medos, transportando uma elevada carga emocional que o pode prejudicar.

Nesses casos, torna-se importante aprender a controlar o grau de exigência para que evite a cobrança excessiva. Se sente que a sua autocrítica o prejudica, a Clínica PSIC pode ajudar através da adoção de estratégias adaptativas e promovendo a capacidade de gestão de situações adversas e das emoções. Saiba mais através da nossa consulta informativa gratuita. As nossas consultas podem ser realizadas online ou presencialmente.

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8 hábitos para deixar de sentir ciúmes

Se é uma pessoa que deseja ter uma relação de amor construída com base na confiança e equilíbrio e quer viver com tranquilidade, respeitando a privacidade e espaço do seu parceiro, então quer ter um amor saudável.
Por vezes, apesar de reconhecermos o que é um amor saudável e os seus benefícios, temos comportamentos que prejudicam a nossa relação e justificamos a nossa atitude com o ciúme.

Para a pessoa que se considera ciumenta, os comportamentos que tem são vistos como forma de amor pelo outro. No entanto, para o parceiro o mesmo comportamento é considerado como desconfiança, insegurança, controlo e chega mesmo a ser um massacre. Muitas relações acabam por ficar desgastadas devido a este padrão e terminam de formas destrutivas.

Se quer ter um amor saudável, mas sente dificuldades em se libertar do ciúme ou se, pelo contrário, é uma vítima do ciúme do seu parceiro, conheça os 8 hábitos para eliminar o ciúme*:

  • Antes de amar alguém, ame-se a si mesmo – é imprescindível aprender a gostar de si, a cuidar-se e a promover o seu bem-estar. Sem se comprometer consigo, é difícil comprometer-se com o outro.
  • Seja transparente – fale dos seus sentimentos e diga aquilo que realmente pensa e o que incomoda. Para a pessoa que está ao seu lado, é impossível saber aquilo que vai na sua cabeça.
  • Partilhe as suas ideias, sem as impor – é importante dar o seu ponto de vista e aceitar que o do seu parceiro pode ser diferente. Exponha as suas ideias e posições de forma paciente.
  • Preocupe-se verdadeiramente com o bem-estar do outro – preste atenção aos detalhes, ao que faz o outro sorrir. Um simples gesto todos os dias proporciona maior felicidade do que uma prenda cara. Elogie, admire, abrace, conforte.
  • Recicle o sentimento de culpa e a autoexigência – é um ser humano e como tal, faz parte errar. Para além de saber perdoar o outro, perdoe-se e seja o seu melhor amigo.
  • Fale consigo mesmo – às vezes, é necessário parar e fazer uma introspeção do que está a acontecer e dos seus padrões habituais: reflita e interiorize o que precisa mudar.
  • Promova o diálogo – mais do que conversar com o parceiro, apenda a ouvir, a questionar e tente conhecer ao máximo a pessoa que está a seu lado.
  • Pare de tentar mudar o outro – Relativize as divergências e aceite o seu parceiro como ele é.

O ciúme aprisiona e destrói. Esconde insegurança e falta de amor próprio. Reconhecer que adota essa postura é o primeiro passo para alterar o padrão.

Sente que é difícil mudar? Podemos ajudá-lo. Na clínica PSIC aliamos a psicoterapia, hipnoterapia e terapia psicossensorial de uma forma sistémica e integrada para ajudar a compreender a sua história e as suas necessidades emocionais, promovendo o seu bem-estar e o equilíbrio da sua relação. Disponibilizamos uma consulta informativa gratuita, para lhe apresentar a metodologia terapêutica. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

Adaptado do livro “Ciúme – o medo do abandono provoca a perda” de Augusto Cury

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Como saber se é vítima de violência psicológica?

Violência psicológica é toda a ação que causa ou visa causar dano à autoestima, à identidade ou ao desenvolvimento da pessoa. A violência psicológica passa por ameaças, humilhações, chantagem, cobranças de comportamento, discriminação, exploração, crítica pelo desempenho sexual, rejeição, depreciação, desrespeito, punições ou castigos exagerados, isolamento de amigos e familiares, intimidação, domínio económico e até ameaça de morte.

Hoje, temos consciência de que a violência psicológica ou emocional é uma agressão tão ou mais prejudicial que a violência física e é considerada a mais silenciosa de todas as formas de violência. É por ser subtil, que muitas vezes é dificilmente identificada, e em alguns casos, nem a própria pessoa que é violentada tem a real noção de que está a ser alvo deste tipo de agressão.

Frequentemente o “plano” usado pelo agressor passa pela mobilização emocional e psicológica da pessoa vitimizada para satisfazer todas as suas necessidades de atenção, de carinho e de importância. Disfarçadamente o agressor tenta inferiorizar a pessoa, tornando-a dependente e aumentando os seus sentimentos de culpa.

Os efeitos da violência psicológica são vastos e podem permanecer durante muito tempo silenciosos, deixando “cicatrizes” emocionais para o resto da vida!

Se está perante um relacionamento abusivo, em que sente constantemente um sentimento de culpa, de incapacidade e inutilidade, ajude-se a si mesmo (a). Pare de permitir que os comportamentos destrutivos da sua relação lhe retirem qualidade de vida! Contacte-nos para que possamos ajudar a enfrentar a situação e a recomeçar uma nova etapa da sua vida. A consulta informativa é gratuita e pode ser o 1º passo para se libertar e começar a viver a sua vida! As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

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De Quem é o Presente?

Perto de Tóquio vivia um grande samurai idoso que agora se dedicava a ensinar os mais jovens. Apesar da sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.

Certa tarde, um guerreiro conhecido pela sua total falta de escrúpulos apareceu. Era famoso por utilizar a técnica da provocação: esperava que o seu adversário fizesse o primeiro movimento e, dotado de uma inteligência privilegiada para reparar os erros cometidos, contra-atacava com velocidade fulminante. O jovem e impaciente guerreiro jamais havia perdido uma luta.  Conhecendo a reputação do samurai mais velho, estava ali para derrotá-lo, e aumentar a sua fama.

Todos os estudantes se manifestaram contra a ideia, mas o velho aceitou o desafio. Foram todos para a praça da cidade, e o jovem começou a insultar o velho mestre. Chutou algumas pedras na sua direção, cuspiu no seu rosto, gritou todos os insultos conhecidos, ofendendo inclusive os seus ancestrais.  Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível.  No final da tarde, sentindo-se já exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se.

Desapontados pelo facto do mestre aceitar tantos insultos e provocações, os alunos perguntaram:
– “Como é que o senhor pode suportar tanta indignidade? Por que não usou a sua espada, mesmo sabendo que podia perder a luta, ao invés de se mostrar cobarde diante de todos nós?”
O velho mestre respondeu:
– “Se alguém chega até vocês com um presente, e vocês não o aceitam, a quem pertence o presente?
– “A quem tentou entregá-lo.” – respondeu um dos discípulos.
– “O mesmo vale para a inveja, a raiva, o desrespeito e os insultos” – disse o mestre – “Quando não são aceites, continuam a pertencer a quem os carregava consigo.”

A paz interior depende exclusivamente de cada um. As pessoas não vos podem tirar a calma, a serenidade e o vosso bem-estar a não ser que vocês o permitam.

Autor Desconhecido

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Teste a sua autoestima

A autoestima é um indicador de como nos sentimos acerca de nós próprios. É avaliação subjetiva que fazemos de nós mesmos e que determina se características como a confiança, o respeito e a valorização estão presentes na nossa personalidade. Estas características podem ter influência nas nossas experiências pessoais e decisões.
As 15 afirmações seguintes relacionam-se com a forma como cada pessoa se vê, bem como os estados de humor que pode experienciar no dia-a-dia. Verifique se está de acordo ou desacordo com cada uma, consoante se tem sentido nos últimos dias.

SIM

NÃO

1 – Muitas vezes sinto dificuldades em dizer não nas diversas situações e saber impor limites.

2 – Demasiadas vezes faço coisas que não me dão prazer porque não quero desiludir as outras pessoas.

3 – Mantenho relações de amizade superficiais com receio de ficar sozinho.

4 – Frequentemente tenho relacionamentos amorosos destrutivos e/ou desagradáveis.

5 – Muitas vezes sinto-me desconfortável com o meu corpo e aparência física.

6 – Frequentemente tenho dificuldades em saber lidar com as críticas das outras pessoas.

7 – Regularmente sinto-me culpado por situações que aconteceram no passado e/ou presente.

8 – Constantemente penso que não sou capaz de perdoar e superar situações, magoando-me com facilidade.

9 – Sinto que sou demasiado crítico comigo mesmo.

10 – Frequentemente sinto-me inútil e rejeitado.

11 – Geralmente sinto uma preocupação excessiva acerca da opinião das outras pessoas.

12 – Muitas vezes quero dizer o que penso, porém tenho dificuldades em expressar sentimentos.

13 – Sinto um medo excessivo de ser rejeitado pelos outros.

14 – Geralmente sinto que dou mais de mim aos outros do que aquilo que recebo.

15 – Ás vezes tento esconder os meus receios e acabo por agir impulsivamente com os outros.

Se respondeu “sim” a mais do que quatro afirmações, então possivelmente pode ser necessário encontrar e dissolver emoções, crenças e sentimentos que o impedem de ter uma autoestima equilibrada.
A PSIC ajuda-o a restaurar a sua autoestima e a dissipar as emoções negativas que podem estar a afetá-lo em várias áreas da sua vida, ajudando-o a reencontrar o seu amor-próprio. Para mais informações, contacte-nos para uma consulta informativa grátis.

Sabia que a assertividade ajuda a aumentar a autoestima? Saiba como ser mais assertivo em 10 dicas para se tornar mais assertivo

Jatir Schmitt- Psicóloga Clínica

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Testemunho: EFT – Displasia Rotuliana e o medo de andar de bicicleta

Sou Psicóloga Clínica e Hipnoterapeuta. Em 2002 descobri o EFT (Emotional Freedom Tecniques®) e foi em Portugal que fiz o nível 1 e 2 (antes do EFT Oficial). Como sempre preferi a prática ensinada pelo Gary Craig, desde 2010 estudo o EFT Oficial. Tenho estudado e aperfeiçoado o EFT clínico – Gold Standart EFT-Tapping, o Optimal, que utilizo ora isoladamente, ora de forma integrada nas sessões de hipnoterapia ou de psicoterapia. A seguir apresento um caso que trabalhei exclusivamente com EFT Clínico e que acompanhei a evolução dos resultados a longo prazo.
A A.M. vinha com um diagnóstico de restrição física devido a um problema congénito na coluna, contendo uma vértebra sacral a mais, somado a um problema no joelho. As orientações médicas foram de restrição em relação ao levantamento de pesos e uma atenção constante à postura corporal. Também alertou para possíveis dores durante a gravidez e parto. Deixo aqui o seu testemunho.

“Quando iniciei o EFT, foi por causa de uma queda de bicicleta, quando tinha 28 anos. Bati com a cabeça e magoei o joelho direito. Andava a treinar para ir a Santiago de Compostela e achei que não iria ser capaz. Ao iniciar o trabalho com esse medo de cair, surgiu o medo de ficar em cadeira de rodas. Após limpar esta situação, veio o medo de me magoar no joelho esquerdo, ao ponto de ficar sem andar (foi-me diagnosticada uma Displasia Rotuliana, nesse mesmo joelho, em que o médico me disse que tinha que andar com uma joalheira quando fizesse desporto mais intensivo). Em seguida, veio a questão de a minha bicicleta estar a vir da Madeira, pois estava a mudar a minha vida toda para o Porto. Senti que iria sair do meu porto seguro e senti medo que as coisas não resultassem, que o casamento não desse certo. Limpei essa questão, entretanto surge o medo de encarar a vida tal como ela é e de ir para a vida por assim dizer. Limpei todos estes factos, senti-me muito bem, confiante e feliz, o próximo passo era a viagem de Santiago.
Após as sessões, foi sugerido que realizasse o EFT pelo caminho de Santiago de Compostela e assim o fiz, para as dores físicas/cansaço e aspetos negativos que surgissem. Fiz 3 rodadas em cada dia (foram 3 dias para chegar a Santiago). Senti-me muito bem a fazer o caminho, não tive medo nenhum, não tive dores nas articulações, fui sem a joalheira. Senti-me feliz e o que era apenas um passeio de lazer, para mim tornou-se algo mais profundo, consegui controlar a mente e o corpo e consegui concretizar os meus objetivos.
A partir de Santiago, a minha vida transformou-se, o EFT tornou-se uma prática constante sempre que necessário, especialmente na questão da ansiedade. Durante os últimos 4 anos casei e tenho um filho de 13 meses, a gravidez foi feliz e esqueci-me dos prognósticos dados pelo médico pela ausência dos sintomas. Tornei-me proactiva e comecei a realizar meus sonhos e vi que nada é impossível.” A.M.

Saiba mais sobre EFT – Emotional Freedom Tecniques® aqui.

Jatir Schmitt- Psicóloga Clínica

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Porque é que o negativo vem sempre em primeiro lugar? 6 conselhos para se manter uma pessoa positiva – parte 2

Aproveite estes 6 conselhos da PSIC para o ajudar a manter-se positivo:
1. Aprenda a relaxar – nesses dias difíceis, relaxar parece impensável. Saiba que o pode fazer simplesmente mudando o caminho para o seu trabalho de forma a apreciar uma nova paisagem ou até mesmo, fazendo algo que desligue o seu cérebro de todas essas preocupações e o deixe entretido, isto também é relaxar.
2. Aceite – Quando surge algum problema, às vezes é importante aceitar que já não pode fazer nada pelo que aconteceu. Agora só lhe resta seguir em frente e arranjar a melhor solução possível. Mude de estratégia, o importante é persistir.
3. Confie em si – Conheça-se com todas as suas dificuldades, forças, fraquezas e aptidões. É importante que se conheça, para nada será demais para si. Merecerá e será capaz de conquistar tudo o que deseja!
4. Insista na paciência – Lembre-se que tudo tem o seu tempo. Quando algo corre diferente do planeado ou quando os pensamentos negativos, incertezas e preocupações aparecem. Pare e acalme-se, mantenha o foco. A perseverança é solução.
5. Reforce os seus pensamentos e atitudes – Você é o seu melhor amigo, reconheça-se, valorize-se e aplauda todas suas atitudes e pensamentos positivos.
6. Seja grato – Agradeça pela sua vida, por aquilo que é e por todas as coisas boas que lhe acontecem, por mais pequenas e simples que sejam.

A Clínica PSIC pode ajudar e facilitar este alcance do equilíbrio emocional e bem-estar, obtendo uma vida mais feliz e positiva, através de intervenções específicas de hipnoterapia, terapias psicossensoriais e biofeedback.

Contacte-nos para uma consulta informativa gratuita.

O bem-estar mental é um direito que deve estar ao alcance financeiro de todos. Se é estudante, está desempregado ou numa situação económica fragilizada, saiba como usufruir de preços ajustados à sua realidade em psic.com.pt/prosocial

Jatir Schmitt- Psicóloga Clínica

 

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Porque é que o negativo vem sempre em primeiro lugar? – parte 1

Já reparou como é que o negativo é tão atraente para o ser humano? Como as notícias mais violentas do telejornal nos retiram toda a nossa atenção? E os três erros ortográficos que o seu filho deu no ditado da escola? Provavelmente irá focar-se apenas nesses erros e deixar todas as outras palavras escritas corretamente, de lado. Sabe porque o faz?

O nosso cérebro está constantemente em alerta, de forma a detetar potenciais perigos ou perdas. Porquê? Faz parte da evolução do ser humano – o instinto de sobrevivência está no seu ADN. Desta forma, é possível perceber as tantas vezes em que até estava relaxado e feliz, mas o seu cérebro continuava a insistir na busca infindável de algum sinal de perigo ou ameaça. Quantas vezes pensou “É demasiado bom para ser verdade”?

Nestes momentos precisávamos de saber dominar esta predisposição negativa, pois a mesma afeta o nosso equilíbrio emocional, bem-estar e saúde física. Quando não controlamos esta predisposição, o nosso cérebro começa a disparar o sinal de alarme de uma forma mais regular e intensamente e isso, desgasta a nossa mente e o nosso corpo. Assim, irá gerar-se um ciclo vicioso de ansiedade, preocupação, mágoa, irritação e frustração.

É importante que treine o seu cérebro para o positivo, tente incorporar experiências positivas, agradáveis e novas no seu dia-a-dia, o seu organismo irá reagir intensamente, mas desta vez para o positivo.

Ao treinar o seu cérebro para o positivo verá que se tornará uma pessoa mais positiva! Aguarde pela nossa próxima publicação, iremos dar-lhe algumas dicas para manter a positividade – um antídoto para os seus dias mais difíceis.

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Jatir Schmitt- Psicóloga Clínica

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4 motivos para (não) ir ao psicólogo

DOS_2000Cada um tem as suas próprias razões.

O psicólogo é só para falar. Eu nem sempre (ou quase nunca) estou para aí virada. Ainda por cima com uma pessoa que nunca vi. .

O psicólogo é só para tolos. Já me considero maluca o suficiente para ter um profissional na área a passar-me um atestado de insanidade. Ainda venho pior do que o que fui. .

O psicólogo cobra mundos e fundos. Para receber conselhos falo com um amigo. E é de graça..

O psicólogo nem me pode receitar um medicamento. Nem que fosse um comprimido levezinho para dormir que já era bom!.

Afinal o que pode um psicólogo fazer?

Nem sempre é necessário falar sobre os problemas que o afligem. Basta que pense neles para poderem ser trabalhados em intervenções psicoenergéticas.

O psicólogo não rotula, não julga. Ajuda a ultrapassar as dificuldades que a vida impõe. A aceitação de si próprio é o ponto de partida para a mudança, que pode ser uma oportunidade de reencontro, crescimento e realização.

Investir na saúde emocional é melhorar a qualidade de vida e garantir o seu bem-estar futuro.

Nem sempre é necessário o recurso a medicamentos. Poderá aprender a acionar o mecanismo de auto cura natural do organismo e adquirir ferramentas de autoaplicação para S.O.S.

O bem-estar mental é um direito que deve estar ao alcance financeiro de todos. Saiba como em psic.com.pt/prosocial

Jatir Schmitt – Psicóloga Clinica

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