O que é o Bullying Social – Testemunho

Partilhamos aqui o desabafo de uma vítima de bullying social:

“Torna-se esgotante sermos julgados pela aparência. Olham-nos só para observar se há ou não beleza no nosso rosto e elegância no nosso corpo. Criticam as roupas. Falam se estão ou não na moda. Se são de marca X ou Y. Criticam o estilo, o jeito de andar e de falar. Julgam o perfume que trazemos afeiçoado à roupa. Criticam até os alimentos que comemos. Tudo é motivo de crítica. A nossa altura, o nosso peso, o nosso emprego, se temos idade para casar e estamos solteiros. Se ainda não temos o emprego que sempre quisemos ter. Se somos mães ou pais solteiros. Ou divorciados. Ou viúvos. Se vamos à igreja ou se aproveitamos as sextas-feiras para descontrair, sair da rotina e ir passear por aí. Após tantos reparos, opiniões, chega aquele momento em que saímos do emprego chegamos a casa, sentamo-nos e vemos o mundo a redopiar à nossa volta a uma velocidade imparável. Enfurecemo-nos com os filhos, gritamos com os companheiros, com os pais. E chorámos porque estamos esgotados e envolvidos no redemoinho da rotina. E temos uma casa para cuidar… Temos de cozinhar, de comer, de deitar e lidar com dia a seguir… “ Anónimo

As agressões associadas a este tipo de bullying prejudicam e modificam todas as pessoas envolvidas que facilmente podem oprimir traumas durante toda a vida, ter pensamentos negativos permanentes e sentirem-se constantemente com baixa autoestima e desmotivação para viver. Algumas pessoas acabam por se excluir da sociedade e evitam manter contacto com pessoas próximas por achar que estão a mais.

Leia também: E se o seu filho for vítima de Bullying ou Cyberbullying?

Se se encontra numa situação de desamparo emocional, insegurança e medo constante, com dificuldades para recuperar a sua vida ou se conhece alguém próximo nesta situação, procure ajuda terapêutica. Na clínica PSIC ajudamos a conquistar qualidade de vida para si e para aqueles que mais estima. Contacte-nos para marcar uma consulta informativa gratuita. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

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Porque é que o negativo vem sempre em primeiro lugar? 6 conselhos para se manter uma pessoa positiva – parte 2

Aproveite estes 6 conselhos da PSIC para o ajudar a manter-se positivo:
1. Aprenda a relaxar – nesses dias difíceis, relaxar parece impensável. Saiba que o pode fazer simplesmente mudando o caminho para o seu trabalho de forma a apreciar uma nova paisagem ou até mesmo, fazendo algo que desligue o seu cérebro de todas essas preocupações e o deixe entretido, isto também é relaxar.
2. Aceite – Quando surge algum problema, às vezes é importante aceitar que já não pode fazer nada pelo que aconteceu. Agora só lhe resta seguir em frente e arranjar a melhor solução possível. Mude de estratégia, o importante é persistir.
3. Confie em si – Conheça-se com todas as suas dificuldades, forças, fraquezas e aptidões. É importante que se conheça, para nada será demais para si. Merecerá e será capaz de conquistar tudo o que deseja!
4. Insista na paciência – Lembre-se que tudo tem o seu tempo. Quando algo corre diferente do planeado ou quando os pensamentos negativos, incertezas e preocupações aparecem. Pare e acalme-se, mantenha o foco. A perseverança é solução.
5. Reforce os seus pensamentos e atitudes – Você é o seu melhor amigo, reconheça-se, valorize-se e aplauda todas suas atitudes e pensamentos positivos.
6. Seja grato – Agradeça pela sua vida, por aquilo que é e por todas as coisas boas que lhe acontecem, por mais pequenas e simples que sejam.

A Clínica PSIC pode ajudar e facilitar este alcance do equilíbrio emocional e bem-estar, obtendo uma vida mais feliz e positiva, através de intervenções específicas de hipnoterapia, terapias psicossensoriais e biofeedback.

Contacte-nos para uma consulta informativa gratuita.

O bem-estar mental é um direito que deve estar ao alcance financeiro de todos. Se é estudante, está desempregado ou numa situação económica fragilizada, saiba como usufruir de preços ajustados à sua realidade em psic.com.pt/prosocial

Jatir Schmitt- Psicóloga Clínica

 

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Porque é que o negativo vem sempre em primeiro lugar? – parte 1

Já reparou como é que o negativo é tão atraente para o ser humano? Como as notícias mais violentas do telejornal nos retiram toda a nossa atenção? E os três erros ortográficos que o seu filho deu no ditado da escola? Provavelmente irá focar-se apenas nesses erros e deixar todas as outras palavras escritas corretamente, de lado. Sabe porque o faz?

O nosso cérebro está constantemente em alerta, de forma a detetar potenciais perigos ou perdas. Porquê? Faz parte da evolução do ser humano – o instinto de sobrevivência está no seu ADN. Desta forma, é possível perceber as tantas vezes em que até estava relaxado e feliz, mas o seu cérebro continuava a insistir na busca infindável de algum sinal de perigo ou ameaça. Quantas vezes pensou “É demasiado bom para ser verdade”?

Nestes momentos precisávamos de saber dominar esta predisposição negativa, pois a mesma afeta o nosso equilíbrio emocional, bem-estar e saúde física. Quando não controlamos esta predisposição, o nosso cérebro começa a disparar o sinal de alarme de uma forma mais regular e intensamente e isso, desgasta a nossa mente e o nosso corpo. Assim, irá gerar-se um ciclo vicioso de ansiedade, preocupação, mágoa, irritação e frustração.

É importante que treine o seu cérebro para o positivo, tente incorporar experiências positivas, agradáveis e novas no seu dia-a-dia, o seu organismo irá reagir intensamente, mas desta vez para o positivo.

Ao treinar o seu cérebro para o positivo verá que se tornará uma pessoa mais positiva! Aguarde pela nossa próxima publicação, iremos dar-lhe algumas dicas para manter a positividade – um antídoto para os seus dias mais difíceis.

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Jatir Schmitt- Psicóloga Clínica

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Os 10 sintomas mais comuns do Stress Pós-Traumático

Um acontecimento traumático pode deixar marcas mais ou menos visíveis, dependendo da intensidade do trauma. Na presença de sinais internos ou externos que recordem algum aspeto do acontecimento traumático, gera-se um sofrimento psicológico intenso ou prolongado, que pode prejudicar a forma como se relaciona com a sua família ou com aqueles que o rodeiam.

Estes são os 10 sinais mais comuns do stress pós-traumático:

  • Memórias e pensamentos intrusivos, pesadelos ou flashbacks de acontecimentos passados traumáticos;
  • Evitamento persistente de estímulos, atividades ou encontro com pessoas que provocam memórias;
  • Estado de hipervigilância;
  • Alterações do sono como, dificuldade em adormecer ou em dormir horas suficientes;
  • Irritabilidade ou estados de cólera;
  • Dificuldade de concentração;
  • Crenças ou expectativas negativas persistentes e exageradas a respeito de si próprio, dos outros e do mundo;
  • Pensamentos distorcidos sobre o acontecimento traumático, culpabilizando-se a si ou aos outros;
  • Sensação de congelamento e ideias suicidas;
  • Estado emocional negativo como medo, pavor, raiva, culpa ou vergonha.

Leia também: O que é, realmente, um trauma?

Com a intervenção adequada, é possível afastar de vez os seus fantasmas! Contacte-nos para marcar uma consulta informativa gratuita.. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

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Gestão das Emoções

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Vivemos numa sociedade cada vez mais global onde a competitividade, a informação e a novidade atingem o seu nível máximo a cada milésimo de segundo. Para acompanhar este ritmo revestimo-nos de uma pele que muitas vezes não é a nossa, mas que nos dá uma sensação de conforto. Será essa pele verdadeira? Estudos realizados sobre o consumo de substâncias psicoativas ajuda-nos a responder a esta questão.

Em França, em cada sete pessoas, há um consumo de tranquilizantes ou antidepressivos, sendo 40% superior aos EUA, que é líder no consumo de anti-inflamatórios, porém, quase 9 milhões de soníferos são tomados a cada noite pelos franceses. Verifica-se que 56% da população francesa sofre habitualmente de angústia e 6 milhões vive em depressão. Assim sendo, conferimos que o stress é um fator de risco comparativamente ao tabaco. Segundo alguns estudos 50 a 70% das consultas marcadas são derivadas ao stress. Todavia, sabe-se que o consumo de álcool e tabaco é uma outra maneira de compensar os problemas ligados à depressão, ansiedade e stress. Estudos indicam que 5 milhões de pessoas são dependentes do álcool, que provoca por ano 50 000 mortes, e metade dos 18 milhões são fumadores ativos e sofrem de distúrbios graves ligados ao tabagismo, havendo 700 000 mortes todos os anos.

Em Portugal, num estudo realizado pela INFARMED entre 2000 e 2012, observou-se um aumento no consumo de psicofármacos em todos os grupos, sendo mais relevante nos antidepressivos (+240%) e antipsicóticos (+141%). Porém na utilização de ansiolíticos, sedativos e hipnóticos, obteve-se um aumento menos significativo (+6%).

De acordo com o Programa Nacional para a Saúde Mental, realizado em 2013, Portugal apresenta uma elevada prevalência de doenças mentais, ficando em destaque a depressão major. Numa outra análise observou-se que os medicamentos que atuam no Sistema Nervoso Central (SNC) constituem um dos grupos terapêuticos com grande peso no consumo do Serviço Nacional de Saúde (SNS) em ambulatório e com uma tendência global de crescimento. Foi revelado o peso dos psicofármacos, nomeadamente os antipsicóticos e antidepressivos.

O consumo de psicofármacos é essencial numa primeira fase em alguns casos, para estabilizar o organismo, mas assistimos ao uso indiscriminado destas substâncias, como se fossem a panaceia para todos os males e que em vez de compreender as emoções, as anestesiam e nos fazem andar em incessantes círculos que nos corroem.

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