Os 8 erros mais comuns que interferem na saúde emocional

Uma das áreas para as quais somos frequentemente solicitados é a saúde emocional. E o que é isso da saúde emocional? Para algumas pessoas caracteriza-se pelo equilíbrio entre o corpo, a mente e as emoções. No entanto, a saúde emocional vai muito além disso! Corresponde a várias dimensões da saúde e do nosso ser.

A saúde emocional exige uma atenção e ações conscientes com genuína capacidade de influenciar a sua saúde e, por consequência, gerar o equilíbrio emocional. Essa consciência surge através de amor para consigo mesmo, autocuidado, carinho e afeto genuínos em tudo o que faz e envolve vários fatores como a nutrição, o seu descanso, o ambiente envolvente, as suas relações, a realização de exercício, as suas ocupações e também a sua mente e desenvolvimento pessoal e espiritualidade. O equilíbrio emocional significa estar de corpo e alma no mesmo lugar e tempo – no aqui e agora, em paz e em sintonia com aquilo que decidir.

A capacidade de estar em equilíbrio é uma arte que para muitos é natural, no entanto para outros pode ser mais difícil. Nesses casos, é necessário fazer uso de algumas ferramentas para desbloquear barreiras e objeções internas, abrindo o caminho para o equilíbrio natural, sem quaisquer obstáculos.

Estes são os 8 erros mais comuns das pessoas que não estão em equilíbrio e que contribuem para a redução da saúde emocional:

  1. Esquecem de ouvir, sentir, questionar e compreender os sinais de alerta do próprio corpo, ou seja, de estarem atentos às suas reações e agirem imediatamente para entendê-las e auto socorrer-se.
  2. Aceitam os sintomas de forma passiva, dando atenção somente quando o corpo sucumbe, sem perceber todas as facetas que envolvem o adoecer.
  3. Deixam de planear a manutenção do grande presente que recebem ao nascer: os recursos naturais para a saúde plena.
  4. Omitem dos profissionais de saúde informações relevantes sobre o seu estado emocional.
  5. Desvalorizam a própria motivação para dar o seu melhor, sem se darem conta de que a perderam.
  6. Desempenham um papel passivo no cuidado da sua saúde, deixando-se adoecer.
  7. Ignoram os sentimentos e opiniões das pessoas envolvidas. Se conseguirem envolver as outras pessoas no movimento para a saúde, dialogando e partilhando o que sentem, tornam muito mais fácil, natural e produtiva a limpeza das emoções tóxicas.
  8. Negligenciam a atitude de gratidão, principalmente quanto aos recursos recebidos e à vida saudável na manutenção do equilíbrio emocional.

A Clínica PSIC utiliza abordagens convencionais na área de Psicologia Clínica, integrando abordagens não convencionais como coadjuvantes para auxiliar a eliminação e/ou superação dos sintomas psicoemocionais e comportamentais. Atua também com processos preventivos no sentido de desenvolvimento pessoal e autoconhecimento. Se procura encontrar o seu equilíbrio emocional ou até mesmo apostar no seu desenvolvimento pessoal, marque uma consulta informativa gratuita e saiba como podemos ajudar, nomeadamente através do nosso programa intensivo Detox Emocional. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância.

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Como eliminar os pensamentos negativos

Sente-se triste e não consegue parar este tipo de pensamentos:
– O que vão pensar de mim?
– Podia ter feito melhor…
– Só acontece comigo!
– As pessoas são todas iguais!
– É sempre a mesma coisa!

Quando os pensamentos negativos dominam o seu dia-a-dia, a sua vida bloqueia, a tristeza perdura e o negativismo instala-se. Gostaria de mudar este estado de espírito? Leia com atenção esta sábia história:

Certo dia, o velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal num copo de água e que depois o bebesse.
– Qual é o gosto? – perguntou o Mestre.
– Mau – disse o jovem sem pensar duas vezes.
O Mestre sorriu, e então pediu ao jovem que pegasse noutra mão cheia de sal e fosse com ele ao lago. Os dois caminharam em silêncio e, quando chegaram, o Mestre pediu ao jovem para deitar o sal ao lago. O jovem assim o fez. Logo após o velho Mestre disse:
– Beba um pouco dessa água.
O jovem bebeu e enquanto a água escorria do seu queixo, o Mestre perguntou:
– Qual é o gosto?
– Bom! – disse o jovem sem pestanejar.
– Consegue sentir o gosto do sal? – perguntou o Mestre.
– Não – disse o jovem.
O Mestre então sentou-se ao lado do jovem, pegou nas suas mãos e disse:
– A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos. Quando sentir dor, a única coisa que deve fazer é aumentar o sentido de tudo o que está à sua volta. É dar mais valor ao que você tem do que ao que perdeu. Noutras palavras: é deixar de ser copo, para tornar-se um lago.”

Siga os conselhos do velho Mestre e elimine os pensamentos negativos. Veja este pequeno exercício:
– Perceba o que o entristece. Identifique os pensamentos negativos que surgem, sinta e ouça-os com atenção.
– Comece por desligar-se do mundo, respire fundo e imagine que é um lindo lago, onde dissolve os pensamentos negativos na imensidão da sua água limpa. Sinta a sensação de frescura e de clareza mental.  É um momento especial, a sós consigo próprio, a flutuar no lago dos bons pensamentos.
– Uma pequena pausa como esta, muda o foco, limpa a mente e acalma o coração.

A autoajuda pode ser um começo para aliviar o seu sofrimento e tomar consciência. Mas por vezes, os conselhos e as dicas não são o suficiente. A sua tristeza e sofrimento podem ter causas mais profundas. Se está com dificuldades em lidar com estes pensamentos, este é o momento certo para procurar ajuda profissional. A intervenção de um psicólogo pode ajudar. Saiba como podemos ajudar através da marcação de uma consulta informativa gratuita. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

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Era uma vez uma princesa apaixonada… mas o príncipe não tinha tempo para ela

“Era uma vez uma princesa apaixonada pelo seu príncipe azul, que tinha pouco tempo para lhe dedicar. Era muito ocupado com reuniões da corte, com a caça à raposa e com viagens pelos reinos próximos. Quando a princesa lhe perguntava quando podiam ficar juntos, ele suspirava e em voz baixa dizia que, infelizmente, não podia fazer planos precisos, porque estava muito ocupado com os deveres da corte. A princesa era compreensiva e confiante. Bastava-lhe que, de vez em quando, o príncipe lhe direcionasse o olhar ou lhe prometesse uma visita futura. Com o passar do tempo, as amigas da princesa casaram-se com os seus príncipes azuis, tiveram filhos e cresceram experimentando as diferenças das várias fases da vida e das relações. A princesa sente-se jovem, à espera que a promessa do príncipe se torne real. Um dia, olha-se ao espelho e não se reconhece. Vê-se como uma velha enrugada com cabelos brancos. Olhando-se profundamente nos olhos, para ver se restava alguma coisa de princesa, apenas se depara com a ilusão que por muitos anos a impediu de ver aquilo que era evidente”.

Pergunta: ao ler esta história identificou-se com a princesa apaixonada? Se a sua resposta foi sim, talvez signifique que se encontra num relacionamento que deixou de ser saudável, que lhe provoca mais sofrimento do que alegria, onde as ações do outro são maioritariamente egoístas. Às vezes, pondera sair desse relacionamento, mas a sua passividade emocional (como no caso da princesa), impede-a de ver os factos com clareza, ficando à espera que tudo mude e quando dá por si, passaram-se anos numa relação de ilusão.

Será que, tal como a princesa apaixonada, precisa de ver o que é evidente? Aqui ficam algumas sugestões para reflexão:

Deixamos-lhe 5 dicas naturais para atenuar a dor e aumentar a sua qualidade de vida:

  • Seja honesta – É verdadeira consigo própria? Segue os seus valores e as suas opiniões? O que deixou de fazer por causa do outro?
  • Compare os seus comportamentos – recorde-se dos seus comportamentos e atitudes antes desta relação e compare-os com os de agora. Vai ajudá-la a perceber em que medida isso a mudou;
  • Meça a sua felicidade – neste momento, de 0 a 10, quão plena e satisfeita se sente na relação?
  • Peça uma opinião aos amigos e familiares mais próximos – por vezes quem está de fora e principalmente quem gosta de nós, consegue ter uma visão diferente;
  • Preste atenção aos sinais – que desvios o outro faz para não estar consigo na relação? Que utilidade tem para essa pessoa?

Tem consciência que está numa relação onde a infelicidade perdura? Sente que sair desse ciclo parece ser uma missão impossível? Então tome nota: uma relação é constituída por duas pessoas e ambas têm direito a ter um papel ativo na relação. Portanto, está também nas suas mãos agir e lutar pela sua felicidade! Contacte-nos para marcar uma consulta informativa gratuita. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

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As 5 perguntas essenciais sobre o medo do escuro

1 – O que é o medo do escuro?
O medo é uma reação natural, involuntária e protetora que nos ajuda a lidar com o perigo. A Nictofobia (medo do escuro) pode ter origem num trauma de infância ou de outro momento da nossa vida, assim como pode ser desencadeado a qualquer altura no ambiente que nos rodeia.

2 – Quais os principais sintomas físicos e emocionais do medo do escuro?

  • Depressão e ansiedade
  • Respiração rápida e superficial
  • Palpitações cardíacas, tremor, dores
  • Dores no peito ou sensação de asfixia
  • Náuseas e outros problemas gastrointestinais
  • Choro, gritos, pavor
  • Redução de apetite ou compulsão alimentar
  • Insónia
  • Sensação de estar a morrer ou fobia da morte (Tanatofobia)
  • Medo de ser atacado por seres sobrenaturais (Espectrofobia)

3 – Quais os principais comportamentos e atitudes do medo do escuro?

  • Olhar debaixo da cama ou por todo o quarto
  • Recusar-se a dormir sozinho
  • Recusar-se a sair de casa depois do anoitecer
  • Tentar ficar acordado a noite toda
  • Adiar o ato de ir para a cama para dormir
  • Ver televisão até tarde ou dormir com a televisão ligada
  • Adormecer no sofá

4 – Quais as principais consequências do medo do escuro?
O medo do escuro pode impactar negativamente a sua qualidade de vida – prejudicando o sono, mudando os hábitos alimentares, provocando maior stress ou até depressão. Estes sintomas por sua vez podem ter consequências mais graves, especialmente a relação com os outros, desentendimentos a nível social e menos produtividade no trabalho.

5 – Como perder o medo do escuro?
Se sente que o medo do escuro está a prejudicar a sua qualidade de vida, procure ajude psicológica. Na Clínica PSIC identificamos a origem da fobia e trabalhamos consigo e com o auxílio de diversas ferramentas práticas para eliminar este núcleo fóbico, aumentar a sua autoconfiança e o domínio sobre o medo.

Contacte-nos para marcar uma consulta informativa gratuita. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

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As 4 estratégias para controlar os comportamentos impulsivos

Os comportamentos impulsivos podem ser funcionais ou disfuncionais (quando não são saudáveis). Damos-lhe hoje 4 estratégias para controlar os comportamentos impulsivos disfuncionais. Está preparado para melhorar a sua qualidade de vida?

  • Aumente a sua autoconsciência: Perceba quais os fatores emocionais que o fazem reagir imediatamente. Tome nota das situações que o fazem perder o controlo e assim estará a preveni-las. Por exemplo, o trânsito, situações perturbadoras, episódios de compulsão alimentar, envolvimento em discussões, relações sexuais desprotegidas, conflitos conjugais, risco de perda do emprego, etc.
  • Crie uma distância entre as causas e a reação: Pare por breves segundos! Reflita, respire fundo e abstraia-se dos seus pensamentos para poder agir com mais serenidade nas suas ações. Ao seguir esta sequência, vai perceber quais os momentos em que está prestes a reagir e pode parar para pensar e antecipar os seus comportamentos, agindo assim de forma mais consciente.
  • Converse com alguém próximo: Quando temos de tomar uma decisão importante ou estamos perante situações de pressão e elevada ansiedade, procurar alguém próximo de nós, pode-nos ajudar a ter diferentes perspetivas sobre a situação. Conseguirá assim ter mais autocontrolo e consciência dos seus atos.
  • Faça meditação: Tirar um momento para refletir, ajudará a controlar melhor a sua mente. Pode não ser fácil meditar, mas é importante insistir nesses momentos de tranquilidade e treinar com frequência. O corpo e a mente agradecem as pausas de reencontros connosco próprios, pois dão-nos energia e alento para continuar o dia. Abstraia-se do que o rodeia, respire fundo e faça uma contagem crescente de um a dez!

Muitas pessoas têm dificuldades em mudar o seu comportamento, são mais vulneráveis e têm impulsos incontroláveis constantes e graves. Se se identifica com estas situações, procure ajuda profissional para o ajudar a gerir os seus impulsos, controlar e orientar as reações irrefletidas e viver com mais qualidade de vida! Saiba como podemos ajudar no tratamento de comportamentos impulsivos e contacte-nos para marcar uma consulta informativa gratuita. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

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Quando a impulsividade não é saudável

Agir por impulso é inevitável. Há certos momentos na vida em que ser impulsivo é uma força motivadora, que pode estimular e melhorar alguns momentos da nossa vida – trata-se da impulsividade funcional.

Porém, quando as pessoas têm reações de raiva, desproporcionais a algumas situações, agindo de forma altiva e descontrolada, tendem a tomar decisões e agir precipitada e imprevisivelmente, sem avaliarem as consequências desse comportamento, do qual tendem a arrepender-se.

Quando há muita ansiedade, tornamo-nos mais impulsivos. Por exemplo, temos gastos compulsivos, condução imprudente, comemos compulsivamente, discutimos constantemente ou fumamos/bebemos álcool em excesso. Estas são algumas situações de impulsividade disfuncional e este tipo de impulsividade não é saudável!

Leia também:
Aproveite para ver a história “A Raposa e o Lenhador” que ilustra bem as consequências de agir sem pensar
https://youtu.be/2Q9GUApQU0w (A Raposa e o Lenhador)

Tem dificuldades em controlar as suas emoções e atitudes? Sente que a sua impulsividade não é saudável e está a afetar a sua qualidade vida e as suas relações com os outros? Saiba como podemos ajudar através do nosso website – www.psic.com.pt e contacte-nos para marcar uma consulta informativa gratuita. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

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O que é o Bullying Social – Testemunho

Partilhamos aqui o desabafo de uma vítima de bullying social:

“Torna-se esgotante sermos julgados pela aparência. Olham-nos só para observar se há ou não beleza no nosso rosto e elegância no nosso corpo. Criticam as roupas. Falam se estão ou não na moda. Se são de marca X ou Y. Criticam o estilo, o jeito de andar e de falar. Julgam o perfume que trazemos afeiçoado à roupa. Criticam até os alimentos que comemos. Tudo é motivo de crítica. A nossa altura, o nosso peso, o nosso emprego, se temos idade para casar e estamos solteiros. Se ainda não temos o emprego que sempre quisemos ter. Se somos mães ou pais solteiros. Ou divorciados. Ou viúvos. Se vamos à igreja ou se aproveitamos as sextas-feiras para descontrair, sair da rotina e ir passear por aí. Após tantos reparos, opiniões, chega aquele momento em que saímos do emprego chegamos a casa, sentamo-nos e vemos o mundo a redopiar à nossa volta a uma velocidade imparável. Enfurecemo-nos com os filhos, gritamos com os companheiros, com os pais. E chorámos porque estamos esgotados e envolvidos no redemoinho da rotina. E temos uma casa para cuidar… Temos de cozinhar, de comer, de deitar e lidar com dia a seguir… “ Anónimo

As agressões associadas a este tipo de bullying prejudicam e modificam todas as pessoas envolvidas que facilmente podem oprimir traumas durante toda a vida, ter pensamentos negativos permanentes e sentirem-se constantemente com baixa autoestima e desmotivação para viver. Algumas pessoas acabam por se excluir da sociedade e evitam manter contacto com pessoas próximas por achar que estão a mais.

Leia também: E se o seu filho for vítima de Bullying ou Cyberbullying?

Se se encontra numa situação de desamparo emocional, insegurança e medo constante, com dificuldades para recuperar a sua vida ou se conhece alguém próximo nesta situação, procure ajuda terapêutica. Na clínica PSIC ajudamos a conquistar qualidade de vida para si e para aqueles que mais estima. Contacte-nos para marcar uma consulta informativa gratuita. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

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Porque é que o negativo vem sempre em primeiro lugar? 6 conselhos para se manter uma pessoa positiva – parte 2

Aproveite estes 6 conselhos da PSIC para o ajudar a manter-se positivo:
1. Aprenda a relaxar – nesses dias difíceis, relaxar parece impensável. Saiba que o pode fazer simplesmente mudando o caminho para o seu trabalho de forma a apreciar uma nova paisagem ou até mesmo, fazendo algo que desligue o seu cérebro de todas essas preocupações e o deixe entretido, isto também é relaxar.
2. Aceite – Quando surge algum problema, às vezes é importante aceitar que já não pode fazer nada pelo que aconteceu. Agora só lhe resta seguir em frente e arranjar a melhor solução possível. Mude de estratégia, o importante é persistir.
3. Confie em si – Conheça-se com todas as suas dificuldades, forças, fraquezas e aptidões. É importante que se conheça, para nada será demais para si. Merecerá e será capaz de conquistar tudo o que deseja!
4. Insista na paciência – Lembre-se que tudo tem o seu tempo. Quando algo corre diferente do planeado ou quando os pensamentos negativos, incertezas e preocupações aparecem. Pare e acalme-se, mantenha o foco. A perseverança é solução.
5. Reforce os seus pensamentos e atitudes – Você é o seu melhor amigo, reconheça-se, valorize-se e aplauda todas suas atitudes e pensamentos positivos.
6. Seja grato – Agradeça pela sua vida, por aquilo que é e por todas as coisas boas que lhe acontecem, por mais pequenas e simples que sejam.

A Clínica PSIC pode ajudar e facilitar este alcance do equilíbrio emocional e bem-estar, obtendo uma vida mais feliz e positiva, através de intervenções específicas de hipnoterapia, terapias psicossensoriais e biofeedback.

Contacte-nos para uma consulta informativa gratuita.

O bem-estar mental é um direito que deve estar ao alcance financeiro de todos. Se é estudante, está desempregado ou numa situação económica fragilizada, saiba como usufruir de preços ajustados à sua realidade em psic.com.pt/prosocial

Jatir Schmitt- Psicóloga Clínica

 

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Porque é que o negativo vem sempre em primeiro lugar? – parte 1

Já reparou como é que o negativo é tão atraente para o ser humano? Como as notícias mais violentas do telejornal nos retiram toda a nossa atenção? E os três erros ortográficos que o seu filho deu no ditado da escola? Provavelmente irá focar-se apenas nesses erros e deixar todas as outras palavras escritas corretamente, de lado. Sabe porque o faz?

O nosso cérebro está constantemente em alerta, de forma a detetar potenciais perigos ou perdas. Porquê? Faz parte da evolução do ser humano – o instinto de sobrevivência está no seu ADN. Desta forma, é possível perceber as tantas vezes em que até estava relaxado e feliz, mas o seu cérebro continuava a insistir na busca infindável de algum sinal de perigo ou ameaça. Quantas vezes pensou “É demasiado bom para ser verdade”?

Nestes momentos precisávamos de saber dominar esta predisposição negativa, pois a mesma afeta o nosso equilíbrio emocional, bem-estar e saúde física. Quando não controlamos esta predisposição, o nosso cérebro começa a disparar o sinal de alarme de uma forma mais regular e intensamente e isso, desgasta a nossa mente e o nosso corpo. Assim, irá gerar-se um ciclo vicioso de ansiedade, preocupação, mágoa, irritação e frustração.

É importante que treine o seu cérebro para o positivo, tente incorporar experiências positivas, agradáveis e novas no seu dia-a-dia, o seu organismo irá reagir intensamente, mas desta vez para o positivo.

Ao treinar o seu cérebro para o positivo verá que se tornará uma pessoa mais positiva! Aguarde pela nossa próxima publicação, iremos dar-lhe algumas dicas para manter a positividade – um antídoto para os seus dias mais difíceis.

O bem-estar mental é um direito que deve estar ao alcance financeiro de todos. Se é estudante, está desempregado ou numa situação económica fragilizada, saiba como usufruir de preços ajustados à sua realidade em psic.com.pt/prosocial

Jatir Schmitt- Psicóloga Clínica

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Os 10 sintomas mais comuns do Stress Pós-Traumático

Um acontecimento traumático pode deixar marcas mais ou menos visíveis, dependendo da intensidade do trauma. Na presença de sinais internos ou externos que recordem algum aspeto do acontecimento traumático, gera-se um sofrimento psicológico intenso ou prolongado, que pode prejudicar a forma como se relaciona com a sua família ou com aqueles que o rodeiam.

Estes são os 10 sinais mais comuns do stress pós-traumático:

  • Memórias e pensamentos intrusivos, pesadelos ou flashbacks de acontecimentos passados traumáticos;
  • Evitamento persistente de estímulos, atividades ou encontro com pessoas que provocam memórias;
  • Estado de hipervigilância;
  • Alterações do sono como, dificuldade em adormecer ou em dormir horas suficientes;
  • Irritabilidade ou estados de cólera;
  • Dificuldade de concentração;
  • Crenças ou expectativas negativas persistentes e exageradas a respeito de si próprio, dos outros e do mundo;
  • Pensamentos distorcidos sobre o acontecimento traumático, culpabilizando-se a si ou aos outros;
  • Sensação de congelamento e ideias suicidas;
  • Estado emocional negativo como medo, pavor, raiva, culpa ou vergonha.

Leia também: O que é, realmente, um trauma?

Com a intervenção adequada, é possível afastar de vez os seus fantasmas! Contacte-nos para marcar uma consulta informativa gratuita.. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

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