8 hábitos para deixar de sentir ciúmes

Se é uma pessoa que deseja ter uma relação de amor construída com base na confiança e equilíbrio e quer viver com tranquilidade, respeitando a privacidade e espaço do seu parceiro, então quer ter um amor saudável.
Por vezes, apesar de reconhecermos o que é um amor saudável e os seus benefícios, temos comportamentos que prejudicam a nossa relação e justificamos a nossa atitude com o ciúme.

Para a pessoa que se considera ciumenta, os comportamentos que tem são vistos como forma de amor pelo outro. No entanto, para o parceiro o mesmo comportamento é considerado como desconfiança, insegurança, controlo e chega mesmo a ser um massacre. Muitas relações acabam por ficar desgastadas devido a este padrão e terminam de formas destrutivas.

Se quer ter um amor saudável, mas sente dificuldades em se libertar do ciúme ou se, pelo contrário, é uma vítima do ciúme do seu parceiro, conheça os 8 hábitos para eliminar o ciúme*:

  • Antes de amar alguém, ame-se a si mesmo – é imprescindível aprender a gostar de si, a cuidar-se e a promover o seu bem-estar. Sem se comprometer consigo, é difícil comprometer-se com o outro.
  • Seja transparente – fale dos seus sentimentos e diga aquilo que realmente pensa e o que incomoda. Para a pessoa que está ao seu lado, é impossível saber aquilo que vai na sua cabeça.
  • Partilhe as suas ideias, sem as impor – é importante dar o seu ponto de vista e aceitar que o do seu parceiro pode ser diferente. Exponha as suas ideias e posições de forma paciente.
  • Preocupe-se verdadeiramente com o bem-estar do outro – preste atenção aos detalhes, ao que faz o outro sorrir. Um simples gesto todos os dias proporciona maior felicidade do que uma prenda cara. Elogie, admire, abrace, conforte.
  • Recicle o sentimento de culpa e a autoexigência – é um ser humano e como tal, faz parte errar. Para além de saber perdoar o outro, perdoe-se e seja o seu melhor amigo.
  • Fale consigo mesmo – às vezes, é necessário parar e fazer uma introspeção do que está a acontecer e dos seus padrões habituais: reflita e interiorize o que precisa mudar.
  • Promova o diálogo – mais do que conversar com o parceiro, apenda a ouvir, a questionar e tente conhecer ao máximo a pessoa que está a seu lado.
  • Pare de tentar mudar o outro – Relativize as divergências e aceite o seu parceiro como ele é.

O ciúme aprisiona e destrói. Esconde insegurança e falta de amor próprio. Reconhecer que adota essa postura é o primeiro passo para alterar o padrão.

Sente que é difícil mudar? Podemos ajudá-lo. Na clínica PSIC aliamos a psicoterapia, hipnoterapia e terapia psicossensorial de uma forma sistémica e integrada para ajudar a compreender a sua história e as suas necessidades emocionais, promovendo o seu bem-estar e o equilíbrio da sua relação. Disponibilizamos uma consulta informativa gratuita, para lhe apresentar a metodologia terapêutica. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

Adaptado do livro “Ciúme – o medo do abandono provoca a perda” de Augusto Cury

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7 perguntas sobre saúde mental

Encontrar o equilíbrio em todas as áreas da vida é algo que todos desejamos. No dia 10 de outubro celebra-se o Dia Mundial da Saúde Mental. Nesta Newsletter, destacamos a importância da saúde mental na caminhada rumo ao equilíbrio e mostramos como, na Clínica PSIC, ajudamos os nossos clientes a atingir este objetivo.

ARTIGO DO MÊS

7 perguntas sobre saúde mental

1 – O que é a saúde mental?
Foi a 10 de outubro de 1992 que se assinalou pela primeira vez o Dia Mundial da Saúde Mental. Segundo o Serviço Nacional de Saúde (SNS), no conceito de saúde mental inclui-se:

  • Aptidão para se moldar a mudanças e novos acontecimentos
  • Conseguir identificar os seus limites e indícios de mal-estar
  • Ter a capacidade para superar crises, privações afetivas e desavenças emocionais
  • Possuir uma visão realista e crítica, mas, ao mesmo tempo, assegurar a criatividade e o humor
  • Criar relações plenas e ter projetos definidos para a sua vida

2 – Qual é o estado atual da saúde mental?
Embora o despoletar das doenças mentais seja comum, muitos não procuram ajuda pois existe uma baixa literacia em saúde mental, que pode atrasar o reconhecimento precoce da perturbação e os comportamentos de procura de ajuda. Assim, o acesso aos cuidados da saúde mental em Portugal é ainda escasso e os dados do relatório de Primavera 2019 do Observatório Português dos Sistemas de Saúde, revelam que a taxa de prescrição de psicofármacos em Portugal é a mais elevada da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), existindo ainda uma prescrição incorreta de antidepressivos.

3 – Os medicamentos ajudam no tratamento da saúde mental?
Na maioria das vezes a utilização de psicofármacos induz dependência e tolerância, tendo apenas um efeito redutor na expressividade de sintomas, pois não atuam na origem do sofrimento psíquico. A venda exacerbada de ansiolíticos e antidepressivos em Portugal deve-se à ausência de outras respostas para as doenças do foro psicológico, estimando-se que mais de 80% dos utentes do SNS, procura ou já procurou acompanhamento para doenças do foro psicológico através do seu médico de família, mas apenas uma pequena parte consegue consultar um psicólogo ou psiquiatra. Na Clínica PSIC acreditamos que a promoção da saúde mental não medicamentosa pode prevenir complicações futuras e promover o bem-estar holístico do indivíduo.

4 – Como é que a Clínica PSIC pode ajudar?
A Clínica PSIC é apologista da psicologia inclusiva, disponibilizando para além do atendimento privado, o programa Pro-Social destinado a pessoas que se encontrem em situação de fragilidade económica.

No que diz respeito à ação terapêutica, esta é integrada e interativa através do seu próprio modelo, que tem como objetivo atingir resultados rápidos, eficazes, duradouros e sem medicamentos. O modelo da PSIC reúne abordagens convencionais na área da Psicologia Clínica, como estratégias psicoterapêuticas e hipnoterapêuticas, mas também utiliza abordagens não convencionais como coadjuvantes: a Terapia Psicossensorial e Terapia de Biofeedback. Este conjunto de técnicas terapêuticas que auxiliam no tratamento das perturbações mentais, são por vezes utilizadas de forma combinada com o objetivo de potencializar os resultados, influenciando o bem-estar do indivíduo como um todo.

5 – O que é a Terapia Psicossensorial?
A Terapia Psicossensorial é utilizada com o intuito de equilibrar o sistema energético. Ao entrar em contacto com esse sistema são resolvidas possíveis perturbações existentes, através da eliminação das causas e estabelecendo um equilíbrio. É através da ativação e estimulação das estruturas cerebrais, que auxiliam a libertação e produção de neurotransmissores e neurohormonas que atuam na regulação de respostas emocionais. Desta forma, é possível ativar o potencial de auto cura do organismo de forma natural, pois a intervenção possibilita utilizar a nossa energia vital na superação dos problemas físicos, emocionais e energéticos.

6 – O que é a Terapia de Biofeedback?
No que toca à Terapia de Biofeedback, esta centra-se no método de treino psicofisiológico concretizado através de equipamentos que são passíveis de identificar e trabalhar desequilíbrios energéticos e de saúde, através dos sinais emitidos pelo corpo, sob a forma de descargas elétricas, temperatura, stress e tensão muscular. Estes sinais são amplificados pelos instrumentos e convertidos em informação útil para a intervenção.

7 – Porquê procurar a ajuda de um psicólogo?
Recorrer a um psicólogo é mais do que apenas um ato remediativo pois, assim como recorre a outros profissionais para cuidar de si (ex: nutricionistas; personal trainers), é possível procurar um psicólogo como ação preventiva e de manutenção, com o intuito de promover o seu desenvolvimento pessoal.

“Quando todas as pessoas no mundo cuidarem melhor de si mesmas, todas se sentirão mais bem cuidadas e poderemos finalmente começar a cuidar mais um do outro”.
Spencer Johnson, M.D.

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