Como pode um psicólogo ajudar em momentos de crise?

A História ensina que, tal como aconteceu na I e II Guerra Mundial, depois de superada uma crise, as pessoas tendem a encontrar-se para brindar e abraçar, em forma de comemoração excêntrica. É expectável que, depois do confinamento, e com as presentes ordens de distanciamento físico e consequente proibição do abraço, a maior parte das pessoas esteja carente da proximidade do outro.

Como reagem as pessoas ao desconfinamento?

Existe uma diferença entre este momento e todos os outros exemplos que a História nos dá: a experiência digital. Após a obrigatoriedade da socialização à distância, é provável que surja um aumento de dificuldades no regresso à “normalidade”: acentuam-se certos padrões de funcionamento pré-existentes, fomentados pela tendência para o isolamento, onde se investe no contacto apenas através das redes sociais, saindo-se cada vez menos à rua.

Sem sombra de dúvida este é um período de mudanças, que ganha um novo sentido diante da revisão de valores provocada por esta crise sanitária sem precedentes. Podemos citar o impulso de valores como a solidariedade e a empatia, a redescoberta de novos significados e caminhos a seguir, a adaptação a uma nova forma de trabalhar e novos métodos de educação para os filhos.

Ao mesmo tempo, é comum observar algumas pessoas em negação da situação e que, por isso, se expõem a riscos. Já outros podem sentir medo da proximidade, experienciar sentimentos de ansiedade, como se o sistema de alerta estivesse sempre ligado. Há quem experiencie algum desamparo, solidão, carência e até mesmo depressão. Também encontramos quem sinta frustração e até apresente reações de raiva, que se espelham no aumento da violência doméstica e das separações, sem contar com a desesperança mediante a ameaça à sua sobrevivência.

Num cenário de constante mudança, pode um Psicólogo ajudar?

Sim! O psicólogo, além de ajudar a lidar com perturbações da saúde mental, ajuda a desenvolver a capacidade para ultrapassar momentos de crise como este.

Um profissional da área pode ajudá-lo a:

  • Potencializar a clareza mental e a flexibilidade necessárias para lidar com a mudança;
  • Desbloquear e limpar as emoções e comportamentos que o paralisam ou o bloqueiam;
  • Auxiliar na integração do pensar e do sentir, reorganizando os processos cognitivos e emocionais num jogo de conexão mente-corpo;
  • Ensinar a cuidar de si próprio;
  • Fornecer as ferramentas necessárias para que aprenda a fortalecer-se e a manter-se bem.

Quem pode recorrer a ajuda psicológica?

Um Psicólogo pode ajudar qualquer pessoa, em qualquer momento da vida. Seja um executivo, um estudante, um desempregado, uma criança, um adulto, uma pessoa saudável ou uma pessoa que sofra de alguma doença. Todos, por diferentes razões e em diferentes contextos, podem beneficiar da ajuda psicológica.

Que terapias podem ajudar?

A Clínica PSIC aposta no bem-estar psicológico da pessoa e, para isso, faz uso de vários tipos de intervenção. A partir do psicodiagnóstico formal e psicossensorial, fazemos uso de métodos e técnicas como a psicoterapia, hipnoterapia, aconselhamento e desenvolvimento pessoal, que permitem, em conjunto com a pessoa, aceder a questões internas, superá-las e integrá-las, de forma a restabelecer o equilíbrio emocional. Contacte-nos para marcar uma consulta informativa gratuita e conhecer as nossas modalidades. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

Leia também:

 

Partilhar

Como controlar as suas emoções?

Quando se depara com situações de pressão ou momentos difíceis, nem sempre é fácil manter a calma e evitar deixar-se levar pela emoção do momento. É importante saber gerir as emoções, principalmente diante de situações que podem ter repercussões no seu futuro.

Para lidar com essas situações é necessário ter a habilidade de lidar com os seus próprios sentimentos e saber manter um equilíbrio entre a razão e a emoção.

Então como fazer para controlar as suas emoções? Mostramos-lhe 5 dicas práticas que o podem auxiliar a lidar com as suas emoções em momentos difíceis:

  1. Respire profunda e calmamente: tome o seu tempo e conscientemente preste atenção ao ritmo da sua respiração. Desta forma, ajuda a interromper a resposta automática e defensiva diante de uma possível ameaça emocional.
  2. Saia do ambiente: quando necessário, afaste-se, observe a situação de longe e tome um copo de água. Este distanciamento favorece novas perspetivas.
  3. Dê nome ao que sente: quando identificar uma emoção forte, procure dar-lhe nome e pergunte-se em que altura já sentiu isso. Só vai saber lidar com aquilo que conhece e é bom começar por saber o que sente, para depois procurar saber como diminuir a sua intensidade.
  4. Aceite o que sente: quando nega certas emoções, favorece que estas apareçam de forma descontrolada em outro momento. Todas as emoções são necessárias, permita-se senti-las.
  5. Observe as reações físicas: quando sentir uma determinada emoção, preste atenção às manifestações dessa no seu corpo que podem surgir como um gosto amargo na boca, um arrepio de frio, um aperto no peito, uma dor de barriga…

 

E porque controlar as emoções não é sinónimo de as reprimir, leia também:

 

É importante compreender que as emoções formam um estado, mas não são uma característica sua, por isso, evite repetir que é uma pessoa “nervosa, ansiosa, triste…”. Se sente que o seu  estado emocional o aprisiona de tal forma que se torna difícil ver para além dele, é um sinal de que deve procurar ajuda especializada que o ajude a desenvolver a capacidade de entender as suas próprias emoções e a direcioná-las positivamente, sem prejuízo para o seu bem-estar.

Na clínica PSIC fornecemos recursos para alcançar a atitude consciente, o domínio das emoções e o equilíbrio na vida, através de um Programa Intensivo de 3 semanas Detox Emocional Intensivo.

Aproveite para marcar uma Consulta Informativa Gratuita  onde poderá tirar as suas dúvidas e conhecer as nossas modalidades. As consultas podem ser presenciais ou à distância.

Partilhar