O que deve saber sobre a depressão pós-parto

A depressão pós-parto manifesta-se normalmente a partir das primeiras 4 semanas após o parto, mas podem surgir até aos primeiros 6 meses.

Estes são os sintomas mais comuns da depressão pós-parto:

  • Desinteresse pelo bebé ou exagerada ansiedade pelo seu estado de saúde;
  • Rejeição do bebé;
  • Sentimentos de culpa, vergonha ou fracasso;
  • Dificuldade de concentração, atenção e memória;
  • Desânimo persistente por mais de duas semanas;
  • Irritabilidade e choro fácil;
  • Incapacidade de realizar as tarefas do dia-a-dia;
  • Alterações do sono;
  • Diminuição do nível de funcionamento mental;
  • Ideias obsessivas ou supervalorizadas;
  • Ideias de morte ou suicídio;
  • Diminuição do apetite e da líbido.

As principais causas da depressão pós-parto são de natureza biológica, psicológica, familiares e socioeconómicas:

  • A qualidade do relacionamento interpessoal da mãe com o seu parceiro;
  • Vida stressante;
  • Adversidades socioeconómicas;
  • Ansiedade associada à gravidez;
  • Histórico psiquiátrico da mulher antes e durante a gravidez;
  • Dificuldade nos relacionamentos interpessoais com familiares próximos;
  • Frustração em relação à expetativa do sexo do bebé.

A depressão pós-parto pode ter um impacto negativo na saúde da mãe, bem como na saúde e desenvolvimento do bebé. A psicoterapia e a hipnoterapia podem ser um importante apoio para a ajudar a ultrapassar esta depressão. Contacte-nos para marcar uma consulta informativa gratuita. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

Partilhar

7 dicas para ser uma super mãe, sem esquecer de si própria

Estes 7 conselhos são dedicados a todas as mães que esqueceram a mulher que havia nelas em prol dos seus filhos:

  1. Dê aos seus filhos, educação, valores e orientação para que tenham as próprias experiências de forma responsável. Lembre-se que a superproteção os torna pessoas dependentes.
  2. Comprar coisas para os seus filhos, de modo a compensar o tempo que não consegue passar com eles, não é solução. É importante assumir que é mulher, mãe, esposa, trabalha e tem os seus hobbies – tudo isso faz parte da sua vida e como tal por vezes o tempo é curto para estar com os seus filhos. Lembre-se que é mãe em “part-time” e o que importa é a qualidade, logo esses pequenos momentos são para eles e com eles, não deixe que nada interfira.
  3. Tire proveito dos encontros em família: descontraia, brinque, eduque, partilhe afetos, desfrutando apenas desse momento.
  4. Peça para que todos respeitem o seu tempo, assim conseguirá realizar melhor todas as suas tarefas e sentir-se bem consigo própria. O amor e afeto que dedica aos outros está diretamente relacionado com o amor que dedica a si própria.
  5. Alimente a sua relação conjugal – invista na cooperação, cumplicidade e romantismo.
  6. Reserve algum do seu tempo para as suas amizades.
  7. Valorize-se! O seu valor não se mede apenas enquanto mãe, mas sim enquanto a pessoa que é!

Saiba que os seus filhos serão mais felizes se virem a sua mãe plenamente feliz, e ser mãe é apenas uma parte da pessoa que há em si. Seja feliz por inteiro.

Descubra mais artigos sobre parentalidade no nosso blog.

O bem-estar mental é um direito que deve estar ao alcance financeiro de todos. Se é estudante, está desempregado ou numa situação económica fragilizada, saiba como usufruir de preços ajustados à sua realidade em psic.com.pt/prosocial

Jatir Schmitt- Psicóloga Clínica

Partilhar