Como recuperar de um colapso de stress

“Quando recorri a esta clínica sentia-me desgastada a todos os níveis: pessoal, familiar e profissional. Confusão mental inexplicável. Estava desmotivada a todos os níveis, a ansiedade era elevada, stress constante, dormia muito pouco, estava a desistir de mim. Com o tratamento sinto-me outra, motivada, sem stress, muito menos ansiosa e agora já estou a gostar de mim e também já consigo gostar dos outros. O tratamento foi um novo reiniciar de vida. Muito obrigada a todos.” – Anónima.

O testemunho acima representa bem a vida moderna, onde os afazeres e mudanças constantes vão, de certa forma, prejudicando o seu bem-estar e qualidade de vida.

Quantas vezes deu por si a tentar equilibrar e fazer tudo o que tem para fazer em tempo record?

A maioria das pessoas tenta fazer o impossível, seja no trabalho, no contexto familiar, na vida social ou até na conciliação de todas as partes da sua vida.

A adaptação a todas essas mudanças é uma capacidade que nasce do stress, já que o stress, apesar de estar ligado a algo negativo, nem sempre é prejudicial. O problema surge quando a perceção que tem de uma determinada situação é negativamente exagerada, a ponto de se sentir “ameaçado” ou em “perigo” por situações que, na realidade, são inofensivas e/ou indiferentes.

Estes sentimentos e a incapacidade de avaliar o prejuízo emocional e físico das mudanças são muito comuns, e o testemunho acima mostra como se pode atingir o limite da exaustão e quais são as suas repercussões. Quando a pessoa esgotou a sua capacidade de adaptação ao conjunto de situações que se foram acumulando, acabou também por abdicar de si, da sua imagem e da sua saúde física e emocional. Isto acontece porque o organismo fica desorganizado, a energia mental reduzida, os processos mentais falham e o corpo adoece.

Então, como podemos recuperar de um colapso de stress? A resposta está em aprender a gerir o stress com 4 simples etapas:

    • Encontre formas alternativas de olhar para a situação: faça uma reinterpretação emocional da situação potencialmente stressante e foque-se em formas alternativas de ver a situação. Isto vai ajudar a trazer calma e diminuir a intensidade dos sentimentos negativos.
    • Aceite os seus limites: identifique as situações que estão fora do seu controlo para poder refletir sobre a melhor forma de enfrentar as adversidades.
    • Comemore mais: sempre que conquistar algo, comemore. Reconheça as suas conquistas e realizações e valide a sua capacidade de vencer mesmo que seja uma pequena conquista. Inspire-se no oceano que é feito de pequenas gotas de água.
    • Relaxe regularmente: diariamente faça pequenas pausas e pratique breves exercícios de relaxamento.

O testemunho transcrito mostra como a psicoterapia o pode ajudar a modificar as avaliações que faz das situações, ao mesmo tempo que lhe fornece ferramentas psicoeducacionais que contribuem para se tornar consciente, reorganizar-se e desenvolver habilidades que o farão sentir-se capaz e confiante.

A Clínica PSIC disponibiliza programas terapêuticos específicos para stress. Utilize a Consulta Informativa Gratuita a para tirar todas as suas dúvidas e conhecer as nossas modalidades de ajuda. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

Para saber se o seu stress é saudável ou se precisa de ser controlado, consulte o nosso medidor de stress, aqui.

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Como tratar ou evitar o burnout?

A palavra burnout, de origem inglesa, deriva das palavras burn (queimar) e out (fora). No sentido literal da palavra, este termo pode significar ser consumido de dentro para fora. O termo burnout foi pela primeira vez mencionado na literatura por Freudenberg, em 1974, referindo-se a uma “síndrome frequente nos profissionais de saúde, como consequência da tensão emocional resultante do contacto direto com pessoas que apresentavam problemas”.1 Na década de 80, alguns autores, como Maslach e Jackson, estenderam a designação de burnout a profissões de ensino e de ajuda e definiram burnout como “um cansaço físico e emocional que leva a uma perda de motivação para o trabalho, que pode evoluir até ao aparecimento de sentimentos de fracasso”.1 Para além disso, ainda identificaram três dimensões: exaustão emocional, despersonalização e redução de realização pessoal.

O burnout pode ser entendido como um esgotamento dos recursos da pessoa para lidar com as exigências apresentadas, gerando um stress intenso. O cansaço é de tal forma extremo, que o deixa sem força para prosseguir com as funções habitualmente exercidas.

No dia 28 de maio de 2019 a OMS2 reconheceu a síndrome de burnout, não como doença, mas como um fenómeno ocupacional, considerando o burnout como uma “síndrome conceituada como resultante do stress crónico no local de trabalho que não foi gerido com sucesso”, sendo que só deve ser aplicada ao contexto ocupacional e não a outras áreas de vida. Segundo a OMS, a síndrome de burnout é então expressa em três dimensões:

  • Sentimentos de exaustão ou esgotamento de energia
  • Aumento do distanciamento mental do próprio trabalho ou sentimentos de negativismo ou cinismo relacionados ao próprio trabalho
  • Redução da eficácia profissional

Se o burnout está relacionado com o stress no trabalho, como é possível combatê-lo? O Biofeedback é um método de treino psicofisiológico efetuado por equipamentos, onde é possível aceder ao seu inconsciente e trabalhar desequilíbrios energéticos e de saúde, como por exemplo, o stress. Este método faz uma recolha de informações sobre o que está a acontecer no corpo, num determinado momento, e ajuda a melhorar a sua saúde física e psicológica para uma possível mudança de comportamento. Os sistemas de Biofeedback disponibilizados na Clínica PSIC são o SCIO e o DOS®.

O sistema de Biofeedback SCIO é um equipamento eletrofisiológico, baseado num programa de inteligência artificial, que adquire informação bioenergética. O sistema deteta e recolhe informações do estado geral da sua saúde e engloba quatro dimensões: física, mental, emocional e energética. Para além de detetar, permite identificar, interpretar e corrigir os padrões dos riscos.

O fundamento terapêutico do SCIO é sustentado por cinco estágios em que o desconforto pode ocorrer:

  1. Identifica e remove os stressores
  2. Trata os órgãos afetados
  3. Elimina bloqueios ao fluxo natural da vida
  4. Reduz sintomas e sofrimentos
  5. Repara a tendência constitucional e metabólica dos padrões disfuncionais e hábitos

O sistema de Biofeedback DOS® consiste num dispositivo constituído por vários discos, com circuitos impressos interligados com metais preciosos puros, que são aplicados nos centros neuro-energéticos do corpo. O DOS® é um sistema terapêutico não invasivo, seguro e eficaz que promove e bem-estar e a harmonização de todos os níveis energéticos do organismo vivo. A aplicação do DOS®:

  • Possui um efeito antisstress
  • Melhora a vitalidade física
  • Produz maior clareza mental
  • Equilibra as emoções
  • Melhora a qualidade do sono

Os sistemas de Biofeedback – SCIO e DOS® – são autónomos e devem ser aplicados por um profissional qualificado.

Além do trabalho contínuo da parte emocional, cognitiva e comportamental é necessário que faça uma mudança no seu modo de vida, de forma a perpetuar os resultados. Contacte-nos para mais informações e prolongue o efeito revitalizante das férias durante o seu ano de trabalho!

 

Fontes:
1 Burnout numa amostra de psicólogos portugueses da região autónoma da Madeira – Liliana Roque & Luísa Soares
2 World Health Organization – https://www.who.int/mental_health/evidence/burn-out/en/

 

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Os 10 sintomas mais comuns do Stress Pós-Traumático

Um acontecimento traumático pode deixar marcas mais ou menos visíveis, dependendo da intensidade do trauma. Na presença de sinais internos ou externos que recordem algum aspeto do acontecimento traumático, gera-se um sofrimento psicológico intenso ou prolongado, que pode prejudicar a forma como se relaciona com a sua família ou com aqueles que o rodeiam.

Estes são os 10 sinais mais comuns do stress pós-traumático:

  • Memórias e pensamentos intrusivos, pesadelos ou flashbacks de acontecimentos passados traumáticos;
  • Evitamento persistente de estímulos, atividades ou encontro com pessoas que provocam memórias;
  • Estado de hipervigilância;
  • Alterações do sono como, dificuldade em adormecer ou em dormir horas suficientes;
  • Irritabilidade ou estados de cólera;
  • Dificuldade de concentração;
  • Crenças ou expectativas negativas persistentes e exageradas a respeito de si próprio, dos outros e do mundo;
  • Pensamentos distorcidos sobre o acontecimento traumático, culpabilizando-se a si ou aos outros;
  • Sensação de congelamento e ideias suicidas;
  • Estado emocional negativo como medo, pavor, raiva, culpa ou vergonha.

Leia também: O que é, realmente, um trauma?

Com a intervenção adequada, é possível afastar de vez os seus fantasmas! Contacte-nos para marcar uma consulta informativa gratuita.. As nossas consultas podem ser presenciais ou à distância (online).

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Pode ser esta a causa para os seus problemas de rins

Os rins são, por excelência, o órgão do equilíbrio físico e emocional. São a morada da nossa energia essencial. A sua principal função é a filtragem das substâncias absorvidas pelo organismo, identificando quais as substâncias benéficas e que podem ser utilizadas e quais as substâncias tóxicas que precisam ser eliminadas.

Sabia que os problemas renais podem estar relacionados com a incapacidade de filtrar, desprender e eliminar factos desagradáveis do passado, como sentimentos e comportamentos?

Estas são as 5 emoções mais frequentemente ligadas aos problemas renais:

  1. Medo

Habitualmente a emoção que desequilibra os rins é o medo. Quem se sente inseguro e com medo em relação ao futuro, anda desassossegado com várias preocupações e tende a apresentar dores nos rins.

 

  1. Conflitos Relacionais

O sistema renal é composto por um par de rins, estando dependente da parceria e cumplicidade entre o par para uma correta atividade. Assim, o bom funcionamento dos rins também pode ser posto em causa no decurso de conflitos relacionais.

 

  1. Pessimismo

O saudável funcionamento renal também é afetado pelo foco excessivo nas dificuldades;

 

  1. Confusão e Angústia 

Pela falta de direção pessoal;

 

  1. Outros 

Por problemas psicológicos herdados.

 

Se quiser esclarecer dúvidas em relação a este assunto ou se pretender saber mais sobre as causas psicológicas que podem estar na origem dos seus problemas renais, entre em contacto connosco.

Se ficou com curiosidade sobre a ligação entre a saúde emocional e física, reveja o nosso artigo O stress adoece o corpo?

Jatir Schmitt- Psicóloga Clínica

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